Roma é a capital do "vintage" com produtos de segunda mão
01/09/2010 - 19h11
http://www1.folha.uol.com.br/turismo/792548-roma-e-a-capital-do-vintage-com-produtos-de-segunda-mao.shtml
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A cidade de Roma é a capital do antigo e há várias lojas "vintage" com artigos que saíram de moda para se converterem em produtos exclusivos que expressam uma cultura que vê o passado com nostalgia.
Um dos centros nevrálgicos desse furor por objetos de época é a via del Governo Vecchio, na praça Navona, local para turistas, romanos e famosos.
Bairro italiano de Trastevere tem mais de 4.000 lugares para fazer compras "vintage", com artigos que vão de de relíquias a sucata
Bolsas, botas, jaquetas de couro, cintos e vestidos como os usados pelas atrizes Marilyn Monroe e Audrey Hepburn em "Quanto Mais Quente Melhor" e "Bonequinha de Luxo" se amontoam sem ordem em estabelecimentos tão pequenos, que sobra apenas espaço para o comprador --muitos buscam um produto único, mas nem sempre o encontram.
Na loja Michele Salvatore, aberta desde 1974, há uma longa lista de espera para as bolsas Chanel que a proprietária do lugar, Giulia Salvatore, consegue resgatar em locais "vintage" de Toscana (centro da Itália).
"Há uma longa lista de espera porque só chegam de duas a três bolsas por mês. E as pessoas as procuram porque são únicas e difíceis de encontrar", afirma um comprador.
Giulia destaca o diferencial do local para atores e designers que trabalham com figurinos de cinema: uma atriz pode buscar algo "vintage" para a estreia de um filme. Assim aconteceu com Julia Roberts, quando elegeu um vestido Valentino de 1992 para a entrega do Oscar de 2001, ou Penélope Cruz, que na noite de gala recebeu a estátua com um Balmaind desenhado 60 anos atrás, e que deu muito o que falar.
TODOS OS TIPOS DE PRODUTOS
Nas lojas "vintage" de Roma se encontram quimonos importados do Japão, botas texanas ou ventiladores que um dia estiveram em cabarés de Paris --os comerciantes viajam no mundo todo para deleitar compradores com os objetos mais chamativos.
Os preços são muito heterogêneos, mas o "vintage" é acessível somente a poucas pessoas, e os comerciantes notam os efeitos de uma crise econômica. "Está crescendo o turismo 'low cost' (de "baixo custo"), e cada vez mais há menos conhecimento para comprar um 'vintage', porque as pessoas não mais distinguem entre uma gabardine de outra que não é", lamenta Cecilia, dona da loja de segunda mão mais conhecida do centro romano, a Omero&Cecilia.
A Cidade Eterna tem uma nostalgia ao antigo: pode ser visto em suas lojas, suas janelas e suas calçadas onde circulam muitos Fiat 500 ou vespas como a conduzida por Gregory Peck no longa "Férias em Roma".
A paixão pelo antigo não se limita somente a artigos que podem ser guardados dentro de um armário. Roma também tem várias livrarias de segunda mão, lojas de antiquário e móveis usados.
Um dos locais com mais encanto para encontrar objetos de segunda mão é o mercado Porta Portese, no bairro de Trastevere, com mais de 4.000 pontos onde se misturam produtos de todos os tipos, desde relíquias a sucatas. Sapatos usados, casados de pele e transistores oxidados se misturam a uma peça para reparo de lamparina, um utensílio de cozinha ou um disco vinil que alguém está procurando.
Balada sustentável, em NY, incentiva reciclagem de vidro
Mônica Nunes / Débora Spitzcovsky 30 de agosto de 2010
http://super.abril.com.br/blogs/planeta/232856/
http://super.abril.com.br/blogs/planeta/232856/
Já imaginou uma balada onde é possível aliviar todo o stress e tensão do dia-a-dia e, ainda, ajudar o meio ambiente? O americano David Belt imaginou e melhor: colocou a ideia em prática, sendo responsável pela mais nova sensação das noites nova-iorquinas.
É a Glassphemy, uma balada que acontece no Brooklyn, dentro de uma caixa de vidro blindada, que não passa de
A parte ecológica da brincadeira acontece em seguida: todos os cacos de vidro são recolhidos e reutilizados pela empresa de reciclagem de David Belt, a Macro Sea, para criar, na frente dos baladeiros, uma série de objetos superestilosos, como lâmpadas, garrafas, lustres, vasos e até pufes!
Quem já participou da experiência garante que é uma verdadeira terapia ecológica. E você, o que achou da balada?
Foto de Carryn M. Golden
Que BaK!ana: Vestido feito com fios de computador!!!
http://bit.ly/bjFLeF




